Meu vício é você

19:34 O Amor Se Fez 0 Comentarios



Estar apaixonado é definitivamente um vício. Doses exageradas de adrenalina são liberadas todos os dias no nosso corpo, a ansiedade e a respiração ofegante avisam que a abstinência da “droga” já atingiu patamares insustentáveis, e a gente busca sempre mais, muito mais do que aquilo que é possível consumir. Os olhos brilham, o sorriso é leve e de aparência fácil, as borboletas no estômago tomam conta de toda a nossa alma com um simples telefonema da pessoa do coração, e os sentimentos são sempre tão vorazes e intensos, que o espaço dentro do peito parece pouco para tanta vontade de viver.


A paixão é uma experiência quase sobrenatural. Tudo é muito, tudo é mais, tudo é sempre, tudo é infinito pelo breve espaço de um segundo. Os dias custam a passar quando o encontro é apenas no final de semana, os minutos aparentam não ser suficientes para o tamanho do desejo, o relógio corre apressado quando o beijo está gostoso, e a saudade sufoca tanto logo depois da despedida que a gente fica até meio sem chão, sem saber muito bem o que fazer com aquele nó na garganta que só se desfaz quando se devora a presença do outro numa próxima ocasião. Estar namorando consome toda a nossa sobriedade, mas também devolve a razão, a capacidade de olhar a vida com menos moderação e mais intensidade.
A gente se dá conta do vício logo na primeira saudade. Quando vem aquela vontade descontrolada de ligar para o namorado(a) que acabou de sair da nossa casa, quando o cheiro da mulher/homem amada(o) que ficou impregnado na gola da camisa te deixa suspirando igual bobo durante dias, quando sobe aquele arrepio meio quente, meio gelado pela nuca quando a boca do outro se aproxima da nossa ou quando bate aquele friozinho gostoso na barriga logo antes daquele encontro mais do que especial.
A questão é que quando menos se espera, o abraço está mais apertado, os beijos se tornam cada vez mais intermináveis, os olhares não se perdem nem por um segundo e o prazer de se estar ao lado do ser amado, de uma hora para outra, torna-se insaciável. De repente, a vida se resume a cafunés infindáveis, a toques de pele que não se desgrudam durante o filme, a noites sem sono, sem sentido, sem rumo, e a um sentimento que quanto mais se traga, mais ele parece evoluir. Aí já era, estamos viciados no amor e esta explosão de felicidade cheia de deliciosos efeitos colaterais é maravilhosa, simplesmente maravilhosa.
O gatilho inicial que desperta a paixão ainda é desconhecido, mas uma coisa é certa, poucas coisas são tão hipnotizantes quanto o cheiro da pessoa amada. Aquele aroma que fica na pele, no arrepio, na saliva, no gosto do desejo que permanece impregnado em cada resquício de saudade. O perfume do amor é a chama que alimenta esse vício e para que essa vontade de devorar cada pedacinho do parceiro(a) se sustente até o sentimento virar chama que não se apaga.


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